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Aliados no plano político nacional e estadual no Maranhão, PT e PMDB se reuniram ontem à noite em Timon para avaliar o trabalho que os dois partidos empreenderam na cidade visando a reeleição da Presidenta Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temmer. Em Timon, Dilma obteve 82,16 por cento dos votos contra 17,84 de Aécio Neves, candidato tucano apoiado pelo prefeito Luciano Leitoa.

Participaram do encontro o deputado federal Professor Sétimo, a ex-prefeita Socorro Waquim, o presidente do JPMDB Ulysses Waquim, o presidente do PMDB, José Costa, o presidente do PT em Timon Francisco Falcão, Mário Novais, Valber Cruz, Marcos do PT, Ramalho, vereadores Thales Waquim e Francisco Torres, dentre outros representantes e militantes dos dois partidos no município dos dois partidos e a militante e representante da executiva do PT no Piauí Clézia Santana.

Aliança PT\PMDB em Timon

Após o encontro conversei com o presidente do PT Francisco Falcão sobre a possibilidade do partido editar a coligação nacional entre os dois partidos visando a eleições municipais de 2016. Falcão disse que ainda é muito cedo para afirmar sobre os destinos políticos do partido. Ele esclareceu que toda decisão sobre alianças políticas são discutidas pelo partido no tempo certo e os diretórios municipais seguem as recomendações e orientações em nível nacional e estadual, mas que em política não se pode dizer nem com quem os partidos se coligarão ou com que não farão alianças, desconversou Falcão.

Para o presidente do JPMDB Ulysses Waquim, o PMDB é partido do entendimento, das conversas, dos acordos políticos e dos cumprimentos desses acordos. Ele lembrou, por exemplo, que o PT teve participação ativa no primeiro governo da ex-prefeita Socorro Waquim com indicação de aliados para a Semdes e que o partido está aberto para as discussões e conversas com o Partido dos Trabalhadores e outros partidos que tenha como endereço a oposição ao prefeito Luciano Leitoa.

Ulysses salientou que ainda é muito cedo para tratar das eleições municipais. Ele disse que o momento é de comemorar a vitória de Dilma no país e com um gosto especial da estrondosa votação da Presidenta em Timon, que foi o reflexo do trabalho do PT e PMDB, assim como também de todo os outros partidos que apoiaram a aliança PT\PMDB em nível nacional.

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O Maranhão deve fechar 2014 com o registro de 880 mulheres com câncer de colo uterino, segundo estima o radioterapeuta Ricardo Nakamura. “Este, que seria o segundo tipo de tumor mais frequente entre mulheres, tem o maior número de ocorrências no Maranhão”, completa o especialista.

De acordo com o médico, são vários os fatores de risco para este tipo de câncer. Entre os mais comuns estão: início precoce da atividade sexual, multiplicidade de parceiros sexuais, histórico familiar, tabagismo, o vírus do papiloma humano (HPV) e baixa imunidade.

“É importante frisar que esta doença pode ser prevenida. Para isso, as mulheres precisam realizar periodicamente o exame preventivo (conhecido como Papanicolau)”, afirma Nakamura.

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Durante todo o este mês, diversas ações foram realizadas em Imperatriz sobre fatores de risco, diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama. As mulheres também foram informadas sobre outros tipos de câncer.

As palestras foram realizadas na zona rural de Imperatriz, Unidades Básicas de Saúde, INSS, Unidade Prisional de Ressocialização de Imperatriz (Upri), escolas e faculdades.

A campanha foi desenvolvida pela Associação de Amparo aos Pacientes de Câncer da Região Tocantina (Ampare), Secretaria Municipal de Saúde (Semus), Oncoradium e Hospital São Rafael.

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Nas últimas 48 horas não se fala em outra coisa na cidade a não ser a vinda à Caxias de uma equipe do CQC - Custe o Que Custar, programa semanal da Rede Band/SP. A trupe paulista está no município em busca de respostas às denúncias de negligência médica e do quadro estatístico estarrecedor, de mais de 100 mortes de recém-nascidos na Maternidade Carmosina Coutinho do início do ano até o mês de outubro.

Fazem parte da equipe que está em Caxias, o repórter Oscar Filho, um cinegrafista, o produtor e um auxiliar, que na tarde desta quarta-feira (29), estiveram na Câmara Municipal, mas, os trabalhos legislativos foram esvaziados, ou seja, faltou quórum, as ausências foram exatamente dos 14 vereadores da base do prefeito Leonardo Coutinho.

Passava das 18h quando Oscar Filho chegou ao Parlamento e logo foi cercado por curiosos. Antes de entrar no plenário, o repórter foi tietado e posou para dezenas de fotografias.

Na seqüência, Oscar Filho conversou e entrevistou os cinco vereadores oposicionistas que foram à Câmara: Fábio Gentil (PSDC), Taniery (PRTB), Catulé (PSB), Benvinda e Luis Carlos (PMDB). Na ocasião, não apenas as mortes de recém-nascidos, mas, diversos temas foram abordados.

Ainda dentro do Parlamento, Oscar Filho mostrou a indignação de populares que estavam presentes na Câmara e disse não acreditar, que os vereadores que dão sustentação ao Executivo resolveram boicotar a sessão justamente por conta da presença do CQC. "Vejam que falta de compromisso desta Câmara com o povo e não vieram só porque sabiam que nós estaríamos aqui", gravou o repórter.

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Para garantir a integridade física dos profissionais da imprensa paulista, policiais militares foram acionados para dar cobertura aos guardas municipais. Antes de encerrar a passagem no Parlamento, Oscar Filho fez uma "passagem", momento em que o repórter aparece na matéria. O tack ocorreu em frente ao prédio da Câmara, onde a equipe do CQC foi ovacionada.

Em busca de respostas

Durante toda esta quarta-feira, o CQC esteve na Maternidade Carmosina Coutinho e Prefeitura Municipal, onde não foram recebidos. Oscar Filho esteve também na Delegacia de Policia, onde teria gravado com a delegada de plantão. No início da tarde, a equipe foi a várias residências colher relatos de mães que afirmam os maus-tratos e procedimentos por profissionais de saúde que resultaram em uma centena de mortes de bebês só este ano.

Na terça-feira à noite, os homens do CQC já haviam flagrado o prefeito Leonardo Coutinho e assessores em uma churrascaria da cidade. O encontro não foi nada amigável e terminou sem respostas e com acusações de agressões verbais de ambos os lados.

O CQC está em Caxias após o prefeito Leonardo Coutinho, através de sua assessoria, encaminhar uma carta aberta à direção da BAND nacional, desmentido a matéria produzida pela afiliada local sobre os números de mortes na Carmosina. O teor do documento tenta desqualificar a emissora local, com insinuações de perseguição política. Na carta, o prefeito de Caxias sugeria que uma equipe de rede paulista pudesse vir à Caxias, ver in loco a situação que seria diferente. A matéria foi veiculada na semana após o resultado das eleições no Estado.

De acordo com o material produzido pela afiliada da BAND em Caxias, seriam 115 recém- nascidos mortos no período, e que os familiares das vítimas não recebiam o atestado de óbitos mostrando as causas, e que muitos médicos se negavam a fazer o parto cesárea.

Em resposta, o Secretário de Saúde do Município, Dr. Vinícius Araújo, justificou que o número é bem abaixo do noticiado, rechaçou as demais denuncias afirmando que o atendimento segue todo o procedimento normal e que a maioria dos óbitos na Maternidade Carmosina Coutinho, é de bebês de outros municípios, onde provavelmente o acompanhamento gestacional feito de maneira incorreta contribuiu para as mortes

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O Programa CQC - Custe o Que Custar veio à Caxias para tentar buscar respostar para a quantidade de mortes registradas na Maternidade Carmosina Coutinho. Toda a equipe do semanário da rede Bandeirantes localizou o prefeito de Caxias Leonardo Coutinho (PSB), na noite seta terça-feira (28) em um restaurante da Avenida Senador Alexandre Costa.

A conversa entre o repórter Oscar Filho e o chefe do Executivo de Caxias não foi nada amigável, com tentativa de intervenção da assessoria para que a entrevista não fosse realizada. O material produzido pelo CQC em Caxias está previsto para ir ao ar no próximo dia 3 de novembro.

Mortes

O caso das mortes na Maternidade Carmosina Coutinho ganhou repercussão nacional logo após o resultado das eleições no Estado, quando uma reportagem sobre o caso, produzido pela afiliada em Caxias foi mostrada em rede nacional no Jornal da BAND.

O conteúdo da matéria questiona procedimentos dos profissionais de saúde e a triste estatística de mais de 100 mortes de recém-nascidos na maternidade do início do ano até o mês de outubro.

Logo após a exibição da matéria em rede nacional, o prefeito e sua assessoria de comunicação emitiram uma carta e encaminharam cópia para Rede Bandeirantes, desmentindo o números apresentados e desqualificando a afiliada em Caxias.

O Secretário de Saúde, Dr. Vinícius Araújo também concedeu entrevista a uma emissora local, apresentando números menores e justificou que o conteúdo mostrado na matéria era na verdade o resumo de atendimento de criança de até um ano de idade, sendo que a maioria vinda de outros municípios da região, onde, segundo ele, o acompanhamento gestacional não adequado, teria contribuído para o alto número de óbitos.

Assista ao vídeo:

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Uma mulher e um bebê de três meses foram feitas reféns por um fugitivo do presídio de Pedrinhas, nesta segunda-feira (27), em Timon (MA). O autor da ação, Luís Borges Cavalcante, mais conhecido como Luizinho, responde por três homicídios e portava documentos falsos.

Segundo os policiais de Timon, Luis Borges estava à procura de sua ex-mulher e falava que havia sido traído quando estava preso. Exaltado ele disse que existe um vídeo da ex-mulher mantendo relações sexuais com outra pessoa. Como ele não encontrou a ex-mulher, pegou a cunhada e uma criança de apenas três meses como reféns.

De acordo com o major Juarez Medeiros, comandante do 11º Batalhão, Luizinho tentou negociar a libertação das reféns pela ex-mulher, o que não foi aceito pelo comandante. Pediu ainda um colete a prova de balas, água e a presença da imprensa, como condições para se entregar.

"Porém, após ter algumas exigências atendidas, o foragido disse que não se entregaria e só sairia da casa morto. Ele chegou a pedir que a polícia atirasse nele e deu a entender que se não fizéssemos isso, ele mataria a cunhada e a criança, para forçar a própria morte", contou o major Medeiros.

Após mais uma tentativa de negociação, o acusado novamente ameaçou fechar a porta do quarto e matar as vítimas. O comandante então atirou nas pernas de Luís Borges, que, mesmo ferido, tentou se arrastar para onde estavam as reféns. Ao ser impedido, atingiu o major Medeiros com um golpe de tesoura na perna direita.

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O comandante foi até a Unidade de Pronto Atendimento, onde foi socorrido e levou oito pontos. O foragido de Pedrinhas foi socorrido pelo Samu e será submetido a cirurgia. Ele está sob escolta da Polícia Militar.

A mulher e o bebê de três meses foram libertados sem ferimentos. "Quando atirei, a preocupação foi atingir o marginal nas pernas sem atingir as reféns que estavam no mesmo quarto, que se encontrava com as luzes apagadas. Por isso corri o risco e me aproximei para atirar, sabendo que ao meu lado existiam homens preparados e que instantaneamente a guarnição da FT e os demais PMs o dominaram", completou o comandante.

Luís Borges deverá ser encaminhado novamente a Penitenciária de Pedrinhas, onde cumpria pena por um homicídio no Maranhão e dois no Piauí.

A presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) conseguiu quase 79% dos votos válidos no Estado do Maranhão na votação de hoje no segundo turno.

Comparando com o que obteve no primeiro turno, mais de 69% dos votos, ela ampliou e muito a diferença com relação ao candidato Aécio Neves (PSDB) nessa segunda etapa do pleito.

Veja abaixo os números obtidos nesse domingo (26).

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Dilma Rousseff é reeleita

Dilma Rousseff é reeleita

Encerrado. A apuração dos votos para corrida presidencial do país acabou às 22h. Na totalização, a presidente Dilma Rousseff se reelegeu com 51,64% dos votos.

O candidato Aécio Neves perdeu com 48,36%. O tucano perdeu para petista até no Estado de Minas Gerais, onde foi governador.

Dilma Rousseff venceu a eleição com 54.499.901 do eleitorado, garantindo 16 anos no poder para o PT, desde a primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. É o dobro do tempo do PSDB, que teve dois mandatos com Fernando Henrique Cardoso (1995-1998 e 1999-2002).

Com a vitória de Dilma, o PT trabalha com a hipótese de uma nova candidatura de Lula em 2018, conforme voltou a defender neste domingo o presidente do partido, Rui Falcão.

Essa foi, sem dúvida, a disputa presidencial mais acirrada desde a redemocratização do país.

Uma urna eletrônica teve de ser trocada neste domingo (26) porque um eleitor colou a tecla “3”, impedindo os votos dos demais cidadãos da seção 11 da zona eleitoral de Formosa, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal.

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO), a Polícia Federal procura pelo eleitor que estragou o equipamento, pois ele já foi identificado.

O TRE-GO explicou que a pessoa que foi votar após o suspeito encontrou a cola instantânea escorrendo. Ele denunciou a situação ao presidente da seção. Quando o problema foi constatado, o suspeito já não estava mais nas dependências do local de votação.

Além desta urna, outras 30 tiveram que ser substituídas em Goiás nesta manhã, segundo o TRE-GO. Na capital, seis equipamentos foram trocados.

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de Oimparcial

A definição das urnas, hoje, será decisiva não só para os rumos do Brasil, mas para o itinerário da política – e de políticos – maranhense. Aliados de Aécio Neves (PSDB) e de Dilma Rousseff (PT) apostam que seus respectivos candidatos farão melhor para o estado, mas também sabem que, com a defesa enérgica da candidatura de um dos presidenciáveis, também há possibilidade de benefícios pessoais. O que os principais aliados dos dois candidatos podem ganhar em caso vitória? O Imparcial faz um levantamento das possibilidades.

Na linha de frente da campanha de Aécio Neves no segundo turno estiveram o vice-governador eleito Carlos Brandão (PSDB), a deputada federal mais bem votada do estado, Eliziane Gama (PPS), o senador eleito, Roberto Rocha (PSB), o seu primeiro suplente, Pinto da Itamaraty e muitos outras lideranças

Para Carlos Brandão, a eleição de Aécio representará a verdadeira mudança. E o governo do Maranhão ganhará em parceria. "Certamente teremos nossas políticas públicas consolidadas porque o governo federal estará antenado com o governo estadual. Os governos federal e estadual serão grandes parceiros e isso influenciará sensivelmente na melhoria da qualidade de vida da população, promovendo a mudança que tanto queremos para o nosso Maranhão. Esta realidade, sabemos, só será possível com o PSDB na presidência da República", destaca o tucano.

Já a deputada Eliziane Gama poderia ser fortalecida na disputa municipal em 2016, isto, claro, se o PSDB não lançar candidatura própria. A parlamentar, reconhecendo a dinâmica da política, acredita que até 2016 muita coisa pode mudar e que o ganho real, no Maranhão, será para oposição. “Digo que a vitória do Aécio fortalece o campo da oposição. Partidos como PPS, PSDB e o Rede de Sustentabilidade ganham ainda mais corpo”, defende Eliziane, que continua: “Cada eleição é uma eleição. O PSDB deve ter seu candidato também em 2016. Hoje estamos focados no resultado das eleições presidenciais”.

Especula-se que o senador Roberto Rocha, que tem levantado veementemente a bandeira do tucano no estado, pode ser um dos mais privilegiados com a eleição de Aécio. A ele poderia ser concedido um Ministério. Na possibilidade do socialista compor o Governo Federal, seu suplente, Pinto Itamaraty, companheiro de Aécio de partido, assumiria o Senado. E o ganho seria duplo.

Aliados de Dilma


Em campos políticos opostos, lideranças do Maranhão deixaram divergências políticas de lado em prol da candidatura de Dilma no segundo turno. O PCdoB, partido do governador eleito, Flávio Dino, e a resistência petista (ala do PT maranhense que não aderiu a aliança PT-PMDB) atearam a bandeira vermelha, assim como parte do PMDB – tendo Gastão Vieira como um dos maiores defensores da Dilma no estado – e o PT maranhense. O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC) e a governadora Roseana Sarney (PMDB), que também tem lá suas diferenças políticas, apóiam a reeleição da presidenta.

Ainda que Flávio tenha optado pela neutralidade, seu partido teve lado no segundo turno. Em nota, assinada pelo presidente estadual do partido, Márcio Jerry, a sigla conclama a militância para trabalhar pela reeleição de Dilma, para que seja assegurado um novo ciclo de desenvolvimento no país, com mais emprego, educação de qualidade, saúde pública e distribuição de renda.

No material, fica claro que, para o PCdoB, a vitória de Dilma beneficiaria o governo de Flávio, que tem afinidade política e ideológica com a gestão realizada pelo PT nos último 12 anos. “As votações consagradoras de Flávio Dino para o governo e Dilma para a presidência no primeiro turno do Maranhão confirmam que essa é a aliança que o povo escolheu para empreender as mudanças que o nosso estado tanto precisa”, aponta, na nota, Jerry.

O presidente estadual do PT, Raimundo Monteiro, acredita que a vitória de Dilma irá fortalecer a agremiação. “O objetivo maior é o PT. Na hora é que é preciso ser PT, as pessoas esquecem as diferenças”, aponta Monteiro.

A aposta dos bastidores políticos é que a vitória de Dilma fortalecerá realmente a Resistência Petista. Aliada do governador Flávio Dino, a ala do partido terá livre trânsito nas instâncias federal e estadual, diferente do que vem ocorrendo nos últimos anos, quando esta militância tem diálogo em Brasília, mas faz oposição ao atual Governo Maranhense.

Do PMDB, o ex-ministro do Governo Dilma e candidato derrotado ao Senado, Gastão Vieira, é o que goza de maior privilégio com a presidente, que, inclusive, gravou depoimentos de apoio durante a corrida ao Senado. Sem engajamento em coordenações de campanha, mas trabalhando individual e espontaneamente pela reeleição de Dilma, Gastão diz ainda não ter pretensões nesse Governo, mas, recebendo o convite irá avaliar a possibilidade. “O que eu posso vislumbrar é o carinho que ela demonstrou, durante campanha, ter por mim. Não trabalho com a possibilidade de ocupar um cargo. E se a presidente Dilma me oferecer um cargo que me dê visibilidade política, vou contribuir em Brasília”, explica o ex-ministro.


O prefeito Edivaldo Holanda Júnior e a governadora Roseana Sarney também apóiam a reeleição de Dilma. Edivaldo, tendo no Governo Federal o único parceiro – já que não convênios assinados com a instância estadual – torce pela continuidade da parceria. “Nós (São Luís) temos tido a parceria efetiva do Governo Federal nesses últimos anos, principalmente no nosso mandato. Muitas unidades de saúde tem sido reformadas com ajuda do Governo Federal: Socorrão I, Socorrão II, Hospital da Criança, na ampliação e reforma”, relatou Edivaldo a equipe de O Imparcial.


Já Roseana, acredita-se que, sem mandato a partir de 2015, também pode estar contando com o apoio da presidente para dar continuidade a carreira política, de Brasília