morto-na-rede

Caic Lucas dos Santos, 19 anos, foi assassinado ontem (18) no município de Timon (MA). A suspeita da família é de que a própria esposa dele tenha cometido o crime na frente do filho de três anos de idade.

O jovem levou uma facada na altura dos rins e não resistiu. No irmão Ramon Santos ficaram as marcas de sangue quando tentou socorrer Caio.

Josimar Machado, pai de Caic, afirma que seu filho estava deitado em uma rede quando levou a facada nas costas.

A esposa, cujo nome ainda não foi divulgado, encontra-se em paradeiro desconhecido.

Seria esta a nova oposição instalada contra o governo de Luciano Leitoa em Timon-MA?leitoa oposiçãoQuer queira quer não, após o resultado da eleição ( que ainda não se findou por conta da disputa presidencial) o momento é de reflexão e de pôr em pratos limpos  as situações pendentes decorrentes desta disputa.

Nada terá a acerta com Itamar Barbosa (PR), Tales Waquim (PMDB) e Kenedy Gedeon (PRP) e Biu que naturalmente já compunha a oposição.

Mas a situação será bem diferente para Leandro Bello( que apoiou Roberto Rocha pra deputado estadual), Ivan do Saborear ( que apoiou NIna Melo), Torquato ( que seguiu com Alexandre Almeida), Francisco Torres (que omitiu apoio ao candidato do prefeito) Juarez Moraes( que também apoiou candidato de fora pra estadual) e Marco Lago( que decidiu ser independente não alinhando-se ao projeto do prefeito).

Tema de discussão do Programa Tribuna Independente do ultimo sábado (18) a indagação que ficou no ar  foi" Seria esta a nova oposição ao governo Leitoa em Timon"? Qual será a interpretação do Prefeito Luciano diante da demostração de "rebeldia" dos supostos aliados do governo que não comungam da mesma direção?

SOLUÇÃO 01

Chutar o tapete e  mostrar que aliado é aliado e deve seguir  a um projeto, uma ideia e não aceitar  a "trairagem," mostrando firmeza na condução da base e de alguma forma recompensar negativamente as ovelhas fujonas. Seguindo por essa Linha demostrará pulso mas fará com que a oposição fique com pelo 10 integrantes compondo a maioria na casa.

SOLUÇÃO 02

Manter a "base aliada" intacta (base esta que já demostrou não ser tão aliada assim)! Fazendo assim Luciano Leitoa dará margem a novas interpretações quando a conduta dos governista, poderá trazer a ideia de ser flexível ao ponto de aceitar tudo para manter o maior numero de vereadores na casa mesmo que isto lhe custe alguns projeto como de fato aconteceu com a eleição do seu candidato Rafael Leitoa.  Seguindo por essa linha o prefeito  receberá elogios dirão ser um homem sensato que sabe respeitar os posicionamentos opostos no entanto ele também saberá que tem uma base mas que com ela não pode contar 100% !

AVALIAÇÃO DE JERRY MAYNER

Em participação ao programa Jerry afirmou " se eu fosse o prefeito não deixaria a base se desfacelar" em intervenção na sua participação o radialista Eliézio Silva que antes ressaltou a importância de ser ter maioria na casa,  perguntou-lhe- "Vale tudo para ter maioria mesmo que não se possa contar com todos os vereadores da tal base aliada?" Jerry pensativo "titubiou" e deu o silencio como resposta acrescentando a seguinte expressão " Temos que considerar que se somarmos a votação obtida por estes candidatos em Timon ela correspondera a exatamente os  3 mil votos que faltaram para a concretização da eleição do candidato do grupo Rafael Leitoa"

 

Peemedebistas e aliados, que compõem o principal grupo de oposição em Timon, reuniram-se ontem à noite na residência do empresário José Costa, presidente do PMDB, para avaliar o processo eleitoral de 2014 e lançar novas estratégias em busca da participação efetiva da militância, filiados e simpatizantes nos processos políticos de agora em diante.

O deputado Professor Sétimo aproveitou o encontro para agradecer aos pemedebistas e aos aliados que trabalharam nas eleições passadas visando a sua reeleição, mas fez um agradecimento especial enaltecendo que se sentia “orgulhoso de seus mandatos sempre em busca de benefícios para as cidades e a população do Maranhão, especialmente em Timon, onde tem fincado sua base eleitoral e que garantiu sua eleição em dois mandatos consecutivos”, disse.

Sétimo fez ecoar suas críticas ao processo eleitoral, feitas em discurso da tribuna da Câmara Federal logo após o resultado das eleições de 5 de outubro, afirmando que na sua visão, “o processo é injusto para os que exercem seus mandatos com muito trabalho em detrimento dos que mantém o poderio econômico somente para ganhar no dia da eleição. Esse não é discurso somente porque perdemos a eleição, pois em 2007, no início do nosso primeiro mandato, fiz o mesmo discurso em pleno exercício do cargo”, afirmou o deputado.

A Professora Socorro avaliou sua participação no pleito como positiva e disse que os 15 mil votos dados a ela e ao deputado federal Sétimo significam que “temos uma base política sólida, que não se vende e que está disposta a trabalhar nos projetos futuros”. A Professora afirmou que o grupo de oposição precisa trabalhar uma nova textura política com mais participação, reuniões, planejamento e objetivos. Ela não descartou a possibilidade de alianças e composições políticas no futuro, mas disse “que o tempo é que dirá para que rumo seguir”.

“Temos certeza de que temos uma base solidificada em rocha e, é com essa base que vamos buscar evoluir em nossos projetos políticos, que começam a ser trabalhados a partir de agora. Iremos nos reunir sempre com o objetivo de traçar os novos rumos políticos, ouvindo a população em busca de atender seus anseios. A cidade ainda vive sérios problemas como a letargia da economia, a falta de obras estruturantes e outros projetos, que serão discutidos com todos”, disse a professora Socorro.

Socorro lamentou a não reeleição do deputado Sétimo e disse que o Maranhão perdeu uma grande representatividade no Congresso Nacional, por sua capacidade de ir buscar recursos e projetos para a melhoria das cidades maranhenses. “Uma grande perda”, lamentou.

A ex-prefeita disse que o maior derrotado da eleição foi mesmo o atual prefeito Luciano Leitoa e seu grupo político, pois com todo poderio de poder, o prefeito entra para a história política da cidade como o único a não eleger seu representante o engenheiro Rafael Leitoa para a Assembleia Legislativa.

Os vereadores Itamar Barbosa (PR), Tales Waquim (PMDB) e Kenedy Gedeon (PRP), além de suplentes de vereadores do PMDB e de outros partidos aliados, estiveram na reunião para prestar apoio ao grupo político de oposição. Kenedy Gedeon lamentou que o grupo não tenha logrado êxito em sua estratégia de eleição, mas, mais uma vez reafirmou seu compromisso com a oposição se colocando a disposição do projeto político oposicionista.

Poderá ser prorrogado até 2018 o prazo para que os municípios acabem com os lixões. O período fixado em lei para que depósitos de lixo a céu aberto fossem transformados em aterros sanitários acabou em 2 de agosto, mas poderá ser ampliado por mais quatro anos por força de artigo incluído na MP 651/2014.

O texto foi aprovado na noite de terça-feira (14) pelo Plenário da Câmara e precisa passar pelo Senado até 6 de novembro, caso contrário a medida provisória perderá a validade. A MP trata de incentivos tributários, mas os deputados incluíram o novo prazo para fim dos lixões atendendo a 3,5 mil cidades que ainda não cumpriram a determinação legal.

O texto aprovado também prorroga o prazo dado a municípios e estados para elaboração de seus planos de gestão de resíduos sólidos. A tarefa, que deveria ter sido concluída em 2012, agora poderá ser feita até agosto de 2016.

Desde o início do ano a Confederação Nacional de Municípios (CNM) pede a prorrogação dos prazos estabelecidos na lei que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), alegando falta de recursos e de técnicos capacitados para a elaboração dos planos de gestão e para a implantação de sistemas adequados de descarte e reciclagem de lixo.

Ainda há dúvida, no entanto, quanto ao aval do governo à prorrogação do prazo. Durante a votação da matéria na Câmara dos Deputados, o líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-SP), disse haver a possibilidade de veto. Fontana afirmou que o Ministério do Meio Ambiente tem buscado alternativas para ajudar os municípios que ainda não acabaram com os seus lixões.
Debates

Preocupação com as dificuldades de adoção das normas fixadas pela lei levou à criação, no Senado, da Subcomissão Temporária de Resíduos Sólidos, ligada à Comissão de Meio Ambiente (CMA). Presidida pelo senador Cícero Lucena (PSDB-PB), a subcomissão discutiu formas para a implementação da lei.

O colegiado realizou seis audiências públicas com especialistas e gestores municipais e estaduais, que explicitaram o baixo cumprimento das novas regras e o risco iminente de punição aos municípios e estados inadimplentes. A possibilidade de prorrogação dos prazos legais foi discutida pelos especialistas, que manifestaram receio de que a medida incentive a falta de compromisso com a aplicação da lei.

Também foi central a discussão quanto ao custo para transformação de lixões em aterros sanitários e para a construção de sistemas adequados para processamento e reciclagem de resíduos sólidos. Os prefeitos cobram ajuda federal, mas a União lembra que o novo modelo requer responsabilidade compartilhada.

As alternativas apresentadas nos debates serão reunidas pela relatora da subcomissão, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), em relatório a ser analisado pelos integrantes do colegiado.

Os trabalhos da subcomissão são abordados na última edição da revista Em Discussão!, que circula desde o final do mês de setembro. Além disso, a publicação apresenta experiências bem-sucedidas de como dar aos resíduos sólidos um destino ambientalmente correto, e que pode significar excelente fonte de renda para milhões de brasileiros. E mostra que é precisa se implantar urgentemente a cultura da reciclagem, do reuso e da recuperação.

O Juizado Especial Cível e Criminal de Timon realiza nesta sexta-feira (17) um leilão público. O evento visa à alienação de bens penhorados pela Justiça. Para realizar o leilão, o juiz Rogério Monteles, titular do juizado, levou em consideração o volume, importância e valor dos bens móveis apreendidos e penhorados e a conveniência, bem como a urgência na deliberação pelos juízes em face da necessidade de administração de tais bens, sem embargo das determinações judiciais próximas ou futuras, que estão sob a responsabilidade material administrativa do Poder Judiciário.

Monteles considerou, também, o encargo do juiz, em cada caso, de prover sobre a proteção, manutenção e oportuna restituição ou destinação desses bens na mesma quantidade, qualidade ou funcionalidade em que foram penhorados e/ou depositados. “Há a necessidade de preservar os valores correspondentes dos bens penhorados e/ou depositados, naturalmente sujeitos à depreciação, desvalorização ou descaracterização pelo tempo, pelo desuso, pela defasagem ou pelo simples envelhecimento inevitável”, ressalta ele no edital.

O leilão terá início às três da tarde, na sala de casamentos do Fórum Amarantino Ribeiro Gonçalves, ocasião em que o bem será arrematado se ofertado lanço igual ou superior ao da avaliação. Caso não haja licitantes, fica desde logo designado o dia 29 de outubro de 2014, com início às 15h00min para o 2.º Leilão, oportunidade em que o bem será arrematado por quem maior lanço oferecer, salvo se oferecido preço vil.

O edital ressalta que ficam intimados da realização dos respectivos leilões, os executados e cônjuges, se casados forem, caso não tenham sido encontrados para intimação pessoal, bem como os credores com garantia real, anticréticos, usufrutuários ou senhorio direto, que não foram intimados pessoalmente. Os bens podem ser encontrados nos locais indicados nas suas descrições e serão alienados no estado de conservação em que se encontrarem, não cabendo ao juizado ou ao leiloeiro quaisquer responsabilidades quanto aos consertos e reparos ou mesmo providências referentes à retirada, embalagem e transporte daqueles arrematados.

A carta de arrematação ou mandado de entrega serão expedidos depois de transcorrido o prazo de 5 (cinco) dias para oposição de embargos à arrematação/adjudicação pelo executado ou por terceiro interessado. O arrematante providenciará os meios para a remoção dos bens arrematados.

Os autos das execuções estão disponíveis aos interessados para consulta na Secretaria do Juizado Especial Cível e Criminal de Timon.

Mais informações aqui.

Corrupção, nomeação de parentes, mentira, desrespeito, desinformação, falta de transparência, suspeitas, investigações... Sem trégua em nenhum dos blocos, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) centraram fogo no adversário usando esses temas como armas em suas perguntas e respostas no debate promovido por UOL, SBT e Jovem Pan nesta quinta-feira (16). O tiroteio deixou em segundo plano a discussão sobre temas de programas do governo das candidaturas do PT e do PSDB à Presidência da República.dilma e aecio

No primeiro bloco, as denúncias de corrupção e de nepotismo nas gestões dos presidenciáveis deram a tônica. Aécio questionou Dilma sobre a nova denúncia divulgada sobre a Petrobras -- o TCU (Tribunal de Contas da União) vai apurar supostas fraudes em obras do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), que incluem construções que estavam sendo geridas pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa.

Na resposta, Dilma acusou os tucanos de "engavetarem os escândalos" e "escondê-los debaixo do tapete". "Ao contrário do passado, a Polícia Federal não era dirigida por filiados do PSDB. A PF investigou e vai punir implacavelmente", disse. "Onde estão os corruptos da compra de votos da reeleição? Todos soltos. Onde estão os corruptos do metrô de SP e dos trens? Todos soltos. (...) Da 'privataria tucana'?, todos soltos", respondeu Dilma. Aécio, na réplica, lembrou de petistas que foram presos.

Os dois candidatos também fizeram acusações mútuas de nepotismo: Dilma acusou Aécio de ter empregado a sua irmã Andrea Neves quando era governador de Minas Gerais (2003-2010), e Aécio disse que o irmão de Dilma, Igor Rousseff, foi empregado na prefeitura de Fernando Pimentel (PT-MG) sem trabalhar. "A diferença é que minha irmã trabalhou muito e não recebeu, enquanto seu irmão recebeu e não trabalhou", disse ele.

Aécio acusou Dilma de "gostar de falar de parentes", recordando o que classificou de "episódio triste": o momento em que Fernando Collor, na campanha eleitoral de 1989, explorou questões pessoais do então candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva.

No segundo bloco, as denúncias sobre a Petrobras voltaram à tona. Desta vez, Dilma questionou Aécio sobre reportagem que afirma que o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra(morto no ano passado) teria recebido propina de Costa para esvaziar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito).

Aécio disse que as denúncias devem ser investigadas independentemente do partido. "Para mim, não importa de qual partido seja o denunciado, a investigação tem que ir a fundo, e, pela primeira vez, pelo menos, há algo positivo aqui. A senhora dá credibilidade às denúncias do senhor Paulo Roberto."

Os candidatos também debateram a questão da segurança. Aécio citou o elevado número de homicídios no Brasil. Na resposta, a presidente afirmou que as gestões petistas do governo federal foram as únicas que implantaram uma política de combate à violência.

No terceiro e último bloco, Dilma perguntou a opinião de Aécio sobre a Lei Seca-- o tucano já foi parado em uma blitz no Rio de Janeiro em 2011 e teve a carteira de habilitação apreendida por estar vencida. Na ocasião, ele, que já era senador por Minas Gerais, se negou a fazer o teste do bafômetro. "Parei numa lei seca e não fiz o exame. Me desculpei e me arrependi disso", respondeu o candidato, irritado. Ele chamou Dilma de "mentirosa" e pediu temas "sérios". 'Vamos falar de como melhorar a saúde e a segurança. A senhora ofende todos os brasileiros."

Dilma disse que acha a lei importante porque "no Brasil, todos os dias, tem gente morrendo por acidente de trânsito, por motoristas que estão embriagados. Depende dele a vida ou a morte dos nossos jovens", disse ela. "O senhor passou por uma experiência. Ninguém pode dirigir sob efeito de álcool e drogas. A Lei Seca trouxe um bem para o país", completou ela.

"Mentira"

Os presidenciáveis acusaram várias vezes o adversário de mentir. Questionado sobre a Lei Seca, Aécio disse, na tréplica, que Dilma mente. "Mentir e insinuar ofensas como essa não é digno de qualquer cidadão, mas é indigno por uma presidente da República. Candidata, a sua campanha é a campanha da mentira."

O tucano chegou até mesmo a fazer uma pergunta sobre o tema. "Eu vou novamente na questão da verdade e da mentira. Nós somos, candidata, candidatos da Presidência da República. É preciso que haja um limite", disse. "A senhora prefere a campanha da mentira, e é essa questão que eu lhe faço agora."

"Candidato, acho aqui, quem mente é o senhor", replicou Dilma.

Quando Aécio fez uma questão sobre corrupção, Dilma voltou a dizer que o opositor mente. "O senhor disse que se te atacar está atacando Minas, esta é uma mentira, candidato. Porque Minas Gerais não é o senhor. "

Repeteco e próximos debates

O evento trouxe muitas perguntas que já haviam aparecido no debate da TV Bandeirantes, que ocorreu há dois dias. No entanto, houve novos temas: Dilma citou pela primeira vez a crise de falta de água em São Paulo, Estado governado pelo PSDB de Geraldo Alckmin, e Aécio acusou a campanha da petista de filmar uma escola em Minas Gerais vazia durante um feriado.

A paternidade de programas sociais, discussão que já havia aparecido na terça, voltou à baila. Desta vez, Aécio disse que o programa ProUni foi criado não pelo PT, mas pelo governo do PSDB em Goiás.

Este é o segundo debate entre Aécio e Dilma no segundo turno das eleições presidenciais. O primeiro foi realizado pela Band, na última terça-feira (14), e foi marcado pela troca de ataques entre os adversários. O próximo será organizado pela TV Record, no próximo domingo (19). O confronto derradeiro entre os concorrentes ocorrerá no dia 24, sexta-feira, na Globo.

Aécio e Dilma estão empatados tecnicamente nas intenções de voto segundo asúltimas pesquisas do Datafolha e do Ibope, divulgadas ontem (15). O tucano está com 51% dos votos válidos, contra 49% da petista.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (15) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

– Aécio Neves (PSDB): 51%
– Dilma Rousseff (PT): 49%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

De acordo com o Datafolha, “o segundo turno da disputa pela Presidência da República continua empatado após a retomada das propagandas no rádio e na TV”.

Votos totais

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
– Aécio Neves (PSDB): 45%
– Dilma Rousseff (PT): 43%
– Em branco/nulo/nenhum: 6%
– Não sabe: 6%

Na margem de erro, os candidatos estão empatados tecnicamente.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 9, Aécio tinha 46% e Dilma, 44%.

O Datafolha ouviu 9.081 eleitores em 366 municípios nos dias 14 e 15 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01098/2014.

2º TURNO

O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Aécio
42% – votariam com certeza
18% – talvez votassem
38% – não votariam de jeito nenhum
2% – não sabem

Dilma
42% – votariam com certeza
15% – talvez votassem
42% – não votariam de jeito nenhum
1% – não sabe

1º turno

No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55%

Do G1

A data de 15 de outubro marca a comemoração do Dia do Professor no Brasil, uma homenagem aos 2,5 milhões de docentes que exercem a atividade no país na educação básica e na educação superior. É um reconhecimento da importância do trabalho desempenhado por esses profissionais, que contribuem para a formação e para o desenvolvimento do povo brasileiro.

De acordo com a Sinopse Estatística da Educação Básica de 2013, o número de pessoas no Brasil em atividade de docência é de 2.141.676. Em nível de graduação e pós-graduação, segundo o Censo da Educação Superior do mesmo ano, 367.282 profissionais exercem funções educadoras — aproximadamente 48,84% trabalham em tempo integral; 25,36%, em tempo parcial e 25,78% são horistas.

A maioria dos 367 mil docentes da educação superior (321 mil) tem mestrado ou doutorado. Nos últimos dez anos, o número de mestres e doutores na rede pública cresceu 90% e 136%, respectivamente.

Origens — A origem da data remete a D. Pedro I, que baixou decreto imperial, em 1827, criando o ensino elementar no Brasil. O documento determinava que “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. O texto regulamentava ainda a descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os docentes deveriam ser contratados.

Após 120 anos desse decreto imperial (1947), ocorreu a primeira comemoração dedicada ao professor. A ideia de fazer do dia um feriado surgiu em São Paulo, com o professor Salomão Becker. À época, ele propôs uma reunião com toda a equipe da escola em que trabalhava para que fossem discutidos os problemas da profissão, planejamento das aulas e trocas de experiências. Segundo o discurso de Becker, “professor é profissão; educador é missão”.

A celebração foi oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal nº 52.682, de 14 de outubro de 1963.

Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

O coordenador da equipe de transição designado por Flávio Dino, Marcelo Tavares, fez uma reunião preliminar na tarde desta segunda-feira (13/Out) com integrantes da coordenação de campanha. Durante o encontro foram discutidos os primeiros passos da transição entre o governo de Roseana Sarney e o governo Flávio Dino.

Reunião

Estavam na reunião, Márcio Jerry (anunciado como secretário de Articulação Política e Assuntos Federativos), Ted Lago (escolhido para presidir a Empresa de Administração Portuária – Emap), além dos advogados Carlos Eduardo Lula e Rodrigo Lago e da jornalista Aline Louise.

Ainda esta semana Flávio Dino formalizará por ofício, a ser encaminhado à governadora Roseana Sarney, os nomes que irão compor a Equipe de Transição.

Roseana indica equipe de transição de governo

roseana-o-globo-1O secretário de Planejamento, João Bringel, e a secretária da Casa Civil, Anna Graziela Neiva, serão os dois interlocutores do governo no processo de transição. A nomeação foi anunciada no final de semana.

Os dois vão discutir os dados do governo e repassar todas as informações oficiais ao jornalista Márcio Jerry, indicado pelo governador eleito Flávio Dino (PCdoB) para coordenar esse processo. Jerry também já foi anunciado secretário de Articulação Política, assim como o deputado Marcelo Tavares como o novo secretário da Casa Civil.

Anna Graziela informou que por orientação da governadora Roseana Sarney (PMDB) [foto], a transição deve ser feita de “forma transparente e democrática”. Por enquanto, o Palácio dos Leões ainda não foi procurado pela equipe do novo governo, segundo Graziela.